quinta-feira, 13 de julho de 2017

Uma dúzia e meia de dias de verão



Quem me conhece sabe o quanto sou uma pessoa de verão. Adoro os dias grandes, a luz, o não precisar de casaco, as sandálias no pé... O verão é grande e passa num instante e muitas vezes parece que não sabemos muito bem como aproveitar verdadeiramente os dias melhores e maiores do ano. Desde que começou o verão que tenho publicado uma fotografia que representa o (meu) verão no Instagram. Um mergulho na piscina, uma fatia de melancia, uma conha apanhada num passeio pela praia. Fotos de um dia a dia simples, mas intenso. Porque não importa se as manhãs acordam com mais nuvens do que seria suposto, se está vento e não deveria estar, se as noites não estão tão quentes como gostaríamos que estivessem. O que interessa é que é Verão e temos que o aproveitar... todos os dias!
Já seguem o Vida Maravilha no Instagram?

terça-feira, 27 de junho de 2017

As férias grandes

Este ano letivo foi tão, mas tão intenso que ainda não acredito que já acabou. Acho que só me vou sentir de facto aliviada quando fizer as matriculas para o próximo ano e sair da escola dos miúdos mais novos para só voltar dali a dois meses e meio! Ter três filhos na escola oficial, com testes e trabalhos diários e provas de aferição que pairavam no ar como bicho papões para os dois mais crescidos, não foi de facto fácil. Já agora, se alguém me quiser explicar o que provas de aferição podem trazer de positivo a miúdos de 7 e 11 anos, estou disponível para aprender. Mas deixem-me dizer que não consigo ver interesse pedagógico algum nesta matéria. Desculpem a minha franqueza, mas acho apenas estúpido entupir as crianças com nervos desnecessários... mas enfim. A escola podia ser um sítio muito melhor. Podia sim.
Voltando ao ano letivo cá de casa:
Para além de tudo isto, das dificuldades das contas de matemática e dos erros de português, dizer ainda que as adaptações de cada um ao novo ano e às pressões que isso traz, foi ainda mais difícil de gerir. Os miúdos não são todos iguais e reagem das mais diferentes maneiras às condicionantes por mais que nos esforcemos em passar os mesmos valores a cada um.
O balanço do final do ano é positivo, claro, com classificações muito boas, de dever cumprido e com muitas lições aprendidas. A maior de todas? Nunca baixar os braços e trabalhar sempre!
As férias chegaram e por norma fico com a cabeça às voltas a pensar como ocupar-lhes o tempo. Mas este ano, este ano eu só queria que eles deixassem a escola e este ano letivo em particular para trás.
E vivam as férias! Já não era sem tempo...


domingo, 4 de junho de 2017

A Feira do Livro está top!



Adoro ir à Feira do livro. Adoro. Desde criança que para mim é um dos momentos mais aguardados do ano. Costumava ir sempre com os mais pais, muitas vezes no Dia da Criança, e agora faço questão de levar lá os meus filhos. Eles já adoram também e já sabem que é lá que vão comprar "aquele" livro que tanto querem ter. E se isso faz com que ganhem gosto pelos livros e pela leitura, ora então bora lá! Bons hábitos nunca são demais. Cá por casa, temos uma boa coleção de livros. Eu própria gosto muito de livros infantis e sei muito bem que editoras procurar, mas deixo-os com carta branca para procurarem e escolherem o que querem trazer, desde que seja com o compromisso de que é mesmo para ler, sobretudo agora que já todos lêem. O miúdo do meio quer um livro de anedotas do mundo do futebol? Fantástico. Existe, esta na feira e foi isso que lhe trouxemos e até já fez uma cópia e tudo. Se é disso que gosta, para quê contrariar? Assim, custa menos estudar... A miúda crescida anda virada para os diários muito ao estilo pré-adolescente e a mais nova encontrou a maior parede que alguma vez pensou existir cheia apenas com livros da Peppa. O paraíso, pensou com toda a certeza ela! Já leu os dois que comprámos e deixou-me cheia de orgulho. Depois das escolhas de cada um, fui eu a comandar o resto das tropas e claro que não consegui resistir a muitos...
Ainda podem mudar muito, mas julgo que vão sempre gostar de livros e ter boas memórias de leituras na infância. E isso enche-me o peite de orgulho.
Todos os anos saio do Parque Eduardo VII com vontade de lá voltar de novo para mais compras. O ambiente é muito bom e a oferta é cada vez melhor. Este ano fiquei especialmente bem impressionada com a quantidade de roulottes e "barraquinhas" de comida com tamanho bom aspecto. O tempo do simples gelado ou da fartura quentinha já lá vai. Agora há de tudo: pizzas a lenha , hambúrgueres gourmet, bolas de Berlim de fazer crescer água na boca... tudo e tudo com muita, muita pinta. Lisboa é sem dúvida uma das melhores cidades para visitar e fica muito mais bonita com a Feira do Livro no coração!
Até dia 18 deste mês não deixem de passar na Feira do livro de Lisboa.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Casa roubada, trancas à porta...

No final do ano passado, escrevi por aqui que 2016 tinha sido um ano muito exigente profissionalmente. E foi sem dúvida um ano enorme: um ano de um desafio grande, de muito empenho e investimento. Tudo indicava que com a entrada deste ano novo, o meu ritmo abrandava, mas afinal, ainda se tornou mais exigente. Estou a abraçar novas funções, estou a investir tudo o que tenho para investir, estou a trabalhar imenso e com muita vontade de aprender e estudar. Mas claro, tudo tem o outro lado da moeda... Num dia da semana passada acordei cheia de tonturas. Não conseguia estar em pé, nem sequer abrir os olhos. Dormi o dia inteiro. O meu médico ligou-me quando soube o que me tinha acontecido. Incrível, como é prestável! Atribuiu à ansiedade e stress com que tenho andado. Acredito que sim... mas por outro lado sabemos que quando não encontramos razões para o que acontece, deitamos as culpas sempre para o stress, ainda que saibamos que sim, é verdade, o stress mata. Pelo sim, pelo não, e como o susto foi tão grande, decidi-me a ir aos médicos e fazer uma ronda pelas consultas em atraso. Hoje já fui a uma e para esta semana já tenho marcada outra.
O facto de vivermos sempre no limite, com os horários todos controlados, entre trabalho, escola dos miúdos, atividades, afazeres domésticos, faz com que as consultas, pelos menos as nossas de mães, vão ficando para trás. Primeiro são adiadas uma semana, depois ficamos de remarcar, nunca mais marcamos até ao dia em que atingimos o nosso limite.
E vocês, há quanto tempo não dedicam mais tempo a vocês próprios?

segunda-feira, 1 de maio de 2017

The Boss Baby


Os miúdos são cada vez mais fãs de cinema. Sempre foram muito mais de brincar na rua, andar de bicicleta, skate, correr e saltar. Estarem parados em frente a um grande ecrã nunca foi algo que lhes fosse muito natural, mas há um ano e qualquer coisa que pedem cada vez mais para ir ao cinema. De cada vez que vão, vêm novas apresentações e lá pedem para voltar a cada estreia. Há muito que andavam a pedir para ir ver o Boss Baby e eu que já tinha lido sobre a temática do filme, achei que não o devíamos perder. Ontem lá fomos ao cinema e ainda bem. Gostámos todos. Rimos a valer, tem algumas tiradas geniais, e a mensagem não podia ser adequada e forte para quem luta por construir uma família: ter irmãos é o melhor que podemos dar aos nossos filhos. É um presente para toda a vida.
Sempre quis ter mais do que um filho. Tenho a enorme felicidade de ter três. Se pudesse gostaria de ter uma família ainda maior, ainda que eu ache mesmo que tenho a família perfeita. Consigo dar atenção a todos. Consigo estar presente. Consigo estar cá para todos. O amor multiplica-se. Cresce sem parar. E mesmo quando andam os três engalfinhados e às aranhas, aos gritos uns com os outros, sabem que a vida deles é muito melhor por se terem uns aos outros. A nossa vida é muito melhor por sermos cinco. E ontem, quando o filme a acabou a minha filha mais nova ainda me disse: estás a ver porque é que eu gostava de ter mais um mano... um bebé?
Prova de que a mensagem do filme chegou lá!
Não importa se são dois, três, cinco ou seis. O que importa é dar aos miúdos uma família. Foi isso que trouxemos da sala de cinema e só por isso, valeu muito a pena.
Já foram ver?

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Abril


Abril passou tão depressa que custa a acreditar. Foi um mês muito generoso em feriados e talvez por isso tenha passado ainda mais a voar. Foi um mês de festa, com os 11 anos da minha filha mais crescida, os anos da minha mãe, o fim-de-semana de Páscoa passado a sul e em família. Foi um mês de sol e de muitos sorrisos. Da casa cheia de luz e flores como eu bem gosto!
Este ano a C já não teve a tradicional festa de aniversário com os amigos todos, a família à mistura e muita confusão. Tirei o dia de férias e foi um aniversário muito bem passado, celebrado no próprio dia, com meia dúzia de amigas num almoço animado entre hambúrgueres gigantes (cada um dá para quatro) e conversas de pré-adolescentes giras que só elas. Cada vez mais, em tudo na vida, sou adepta do "Less is more" e de facto tirar o dia de férias para estar com ela (e com as amigas dela), fazer um lanche muito, muito simples, almoçar e jantar o que os miúdos mais gostam (ao jantar fomos às pizzaria favorita do pessoal cá de casa) e não estar presa um dia inteiro à cozinha a fazer bolos que nunca mais acabam, jantares para muitos, lavar uma pilha de loiça imensa e arrumar tuuuudo, foi a melhor decisão de sempre. Acho, na verdade, que nunca tinha aproveitado um dia de aniversário dos meus filhos tão bem...
A vida é para ser simples. Nós é que gostamos muito de complicar...
Para este último fim-de-semana do mês, que mais uma vez é alargado com o primeiro de Maio (por mim podia ser assim todas as semanas... ou de 5 em 15 dias, vá!) tínhamos planeado mais uma escapadinha a sul, mas com as previsões de tanta chuva acabámos por cancelar. Vamos lá ver se não nos arrependemos...

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Fizemos um pacto com a Corda de Saltar!


Na semana passada chamou-me a atenção uma noticia sobre uma iniciativa de uma escola em Lisboa que ia pôr todos os alunos a saltar à escola num mesmo intervalo como forma de combater a obesidade.
A notícia dizia que saltar à corda cinco minutos por dia corresponde a uma caminhada / corrida. Ora eu que estou sempre a queixar-me que não tenho tempo para as minhas caminhadas, achei a ideia genial e este fim-de-semana fizemos todos cá em casa um pacto com a corda de saltar!
Cá por casa estamos todos a precisar de perder peso. Eu em especial até porque não quero "só" perder peso, mas sim: emagrecer, tonificar os músculos, aumentar a minha resistência, arejar muito a cabeça e sentir-me melhor a todos os níveis. A vida de escritório está a dar cabo de mim e preciso mesmo de ter um compromisso para me sentir mais saudável.
No sábado, fui a uma loja comprar cordas para todos. Como estava uma temperatura extraordinária, guardamos o final do dia para saltar à corda. Não consegui saltar cinco minutos sem parar, mas ao todo estivemos meia hora nisto: a saltar, a parar, a contar os saltos de cada um, a ver o que cada um conseguia fazer. Para os mais novos foi uma verdadeira descoberta e em dois tempos já cruzavam a corda, saltavam para trás e estavam super focados e fazer cada vez mais e melhor. No domingo, antes do pequeno-almoço passámos todos pela balança, apontámos os nossos pesos (à excepção do filho do meu, precisam todos de descer com urgência!) e fizemos o pacto de saltar à corda todos os dias, no mínimo cinco minutos.
Como hoje é o primeiro dia de trabalho deste pacto , já deixei o jantar meio pronto, para não ter desculpa. Depois de os apanhar na Colónia de Férias, vamos vestir uns calções e seguir para o jardim para saltar sem parar.
Andamos todos cheios de cores nas pernas... eu até os braços me doem tal era a minha inércia, mas estamos firmes em não quebrar o pacto! E todas as semanas, havemos de confirmar com a balança.
Prometo voltar aqui e falar dos resultados.
Nós vamos saltar à corda pela nossa saúde!
Se não ficaram convencidos, andei a pesquisar e encontrei este artigo interessante para acabar com as vossas dúvidas:  http://www.vidaativa.pt/a/beneficios-de-saltar-a-corda/.